IMIP realizou conferência em alusão ao Dia Mundial dos Cuidados Paliativos

IMIP realizou conferência em alusão ao Dia Mundial dos Cuidados Paliativos
O IMIP realizou na manhã desta quarta-feira (04) conferência em alusão ao Dia Mundial de Cuidados Paliativos comemorado anualmente no segundo sábado de outubro. A superintendente de Atenção à Saúde do IMIP, Adriana Scavuzzi, destacou a base humanística da equipe multidisciplinar da instituição. “É de grande importância termos um momento como esse para conscientizar acerca das boas práticas dos cuidados paliativos”, disse.
Com o objetivo de defender os melhores serviços da área em todo o mundo, o tema escolhido pela Organização Internacional Não Governamental de Cuidados Paliativos para 2023 foi “Comunidades Compassivas: Juntos pelos Cuidados Paliativos”. A vice-presidente da Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP), Thais Gonçalves, ressaltou a excelência de Pernambuco na formação. “Por isso, precisamos fomentar espaços em diferentes níveis da assistência”, comentou.
O evento contou com a presença da Secretária Estadual de Saúde de Pernambuco, Zilda Cavalcanti, que atuou no serviço de Cuidados Paliativos do IMIP antes de comandar a pasta da saúde. “É muito significante voltar para a minha casa. Tenho como lema viver um dia de cada vez e ofertar a melhor assistência possível”, disse a secretária reforçando a necessidade da capacitação de pessoal para essa área. Sensível às demandas dos Cuidados Paliativos, a superintendente geral do IMIP, Tereza Campos, falou da atuação institucional. “Nossos espaços de encontro alinham interesses e necessidades. Estamos falando da importância do olhar do cuidado e da atenção. Nossa equipe é sensibilizada, compassiva e aberta para dar conta da demanda”, disse a gestora.
Após a solenidade de abertura, a médica e coordenadora do Serviço de Cuidados Paliativos do IMIP, Mirella Rebello proferiu a conferência “Cuidados Paliativos do Hospital à Comunidade: O Poder do Cuidado Compassivo”. Os Cuidados Paliativos têm como propósito abordar a importância acerca da melhoria da qualidade de vida das pessoas que enfrentam doenças graves, não apenas no final da vida, mas durante toda a trajetória da doença, desde o diagnóstico – incluindo a saúde e o bem-estar dos familiares e cuidadores – até o suporte à dor física do paciente e ao sofrimento dos que ficam no momento do luto.




