IMIP é o único hospital de Pernambuco a integrar iniciativa das UTIs Inteligentes do SUS; Central de Comando foi apresentada pelo MS

IMIP é o único hospital de Pernambuco a integrar iniciativa das UTIs Inteligentes do SUS; Central de Comando foi apresentada pelo MS
O Ministério da Saúde apresentou, na última quinta-feira (3), a Central de Comando das UTIs Inteligentes do Sistema Único de Saúde (SUS), que monitora em tempo real os sinais vitais dos pacientes internados em seis hospitais do Brasil que já contam com a tecnologia implementada. Entre eles está o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP), único de Pernambuco e único no Brasil, filantrópico e 100% SUS, a integrar a iniciativa.
Em conversa através de videochamada com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, os profissionais do IMIP celebraram a tecnologia. “Esse é um grande avanço e um salto de qualidade na atenção dos pacientes críticos”, comemorou a diretora de Governança Clínica, Marianna Pontes.


Sediada no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP), a sala contará com monitoramento 24 horas e vai contribuir para a geração de evidências científicas que subsidiem a ampliação de protocolos clínicos e a oferta de um cuidado cada vez mais rápido e preciso.
“Conseguimos ter uma medicina preventiva baseada em evidências, para que a gente possa atuar de forma certeira no paciente, avaliando precocemente se esse paciente está tendo um agravamento clínico ou não e intervir da melhor forma”, detalhou Nataly Sodré, coordenadora de Enfermagem das UTIs Adulto.


A Central é equipada com seis telas grandes interligadas a todas as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) Inteligentes do país, localizadas em Manaus (AM), Recife (PE), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS). Atualmente, o SUS conta com 60 leitos inteligentes ativos, capazes de transmitir dados em tempo real, como frequência cardíaca, níveis de oxigênio e pressão arterial. A tecnologia oferece a vantagem da medicina preditiva, garantindo um acompanhamento mais preciso e qualificado aos pacientes.
“Estamos falando de inteligência artificial real em uso no SUS, não de ficção científica. É a tecnologia aplicada na prática para cuidar das pessoas, tendo a estrutura do sistema público como base e ampliando o acesso a um cuidado mais qualificado”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.


